Imagem de Paz!

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Foto da cachoeira do Sahy, Mangaratiba, RJ

domingo, 16 de novembro de 2014

Os Quatro Aspectos da Disciplina de Deus

Isaías Cap 13 Vers 4 Já se ouve a gritaria da multidão sobre os montes, como a de muito povo; o som do rebuliço de reinos e de nações congregados. O SENHOR dos Exércitos passa em revista o exército de guerra. 

 O Cenário que ora se descortina, é de uma tropa pronta para uma guerra cujo comandante geral passa uma Revista (Inspeciona) essa tropa o que acontece antes de sei dar prosseguimento ao evento.

 Contra quem se está guerreando? Por quê essa guerra?

 Essa guerra acontece porque Deus está tomando “vingança” contra os opressores de seu povo. Isaías profetizou a queda de Babilônia, aproximadamente um século antes da Babilônia se tornar a maior potência mundial, com a ascensão da dinastia dos Caldeus ao poder. É interessante notar que os Caldeus nem tinham o domínio total do mundo de então, e Deus já estava dando orientação de como seria o seu final.

 Amós 3: 7 “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos os profetas 

 Para entender o que nosso tema está dizendo, primeiramente é preciso saber o que estava acontecendo. É preciso que nos reportemos ao Exílio na Babilônia.

Condições do exílio e esperanças proféticas

 Os últimos dois séculos dos tempos do Antigo Testamento, representam uma era de condições de exílio para a maior parte de Israel. Durante a conquista por Nabucodonosor, muitos israelitas cativos foram levados à Babilônia. Após a destruição de Jerusalém, outros judeus emigraram ao Egito. Embora alguns dos exilados voltaram da Babilônia após o ano 539 a.C., para restabelecer um estado judeu em Jerusalém, nunca tornaram a ganhar a posição de independência e de reconhecimento internacional que Israel teve uma vez sob o governo de Davi. A rebeldia denunciada pelos profetas foi a causa principal para que Deus entregasse Judá aos seus opressores. Foram tantas as tentativas de Deus para fazer o seu povo voltar-se para ele, voltar-se ao primeiro amor, que até enviou profetas para personificar através de suas vidas conjugais, o tipo de relacionamento que estava tendo com Israel. Restou a Deus então, a DISCIPLINA; Tal um pai que ama a seu filho Deus começa a disciplinar o seu povo. Hebreus 12: 6 Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. Há pelo menos 4 Aspectos nítidos na Disciplina de Deus Primeiro Aspecto: A disciplina de Deus é GRADUAL: Há um estágio de disciplina: Ou começa pequena e vai aumentando; ou começa grande e vai diminuindo. Para cada situação Deus tem uma forma de agir específica. A transição desde um estado nacional ao exílio da Babilônia foi gradual para o povo de Judá. Pelo menos quatro vezes durante os dias de Nabucodonosor houve cativos de Jerusalém que foram levados à Babilônia. De acordo com historiador (Flavio Josefo), o rei babilônico Nabopolassar enviou a seu filho Nabucodonosor, no 605 a.C., para suprimir uma rebelião no oeste. Durante esta campanha, esse último recebeu notícias da morte de seu pai. Deixando os cativos de Judá, Fenícia e Síria com seu exército, Nabucodonosor se deu pressa em voltar para estabelecer-se no trono da Babilônia. A evidência bíblica (Dn 1.1) data o acontecido no terceiro ano de Jeoiaquim,que continuou como governante de Jerusalém por oito anos mais após a crise . A segunda invasão babilônica de Judá aconteceu no 597 a.C. Esta foi a mais crucial para o Reino do Sul. Ao reter o tributo da Babilônia, Jeoiaquim invocou um estado de calamidade. Devido a que Nabucodonosor estava ocupado em outros lugares, incitou os estados circundantes a atacar Jerusalém. Aparentemente, Jeoiaquim foi morto durante um destes ataques, deixando o trono de Davi ao jovem de dezoito anos, filho seu, Joaquim. O reinado deste último, de três meses, foi bruscamente terminado quando se rendeu aos exércitos da Babilônia (2 Rs 24.10-17). Não só o rei foi tomado cativo, senão que com ele foram milhares de pessoas importantes de Jerusalém, tais como artesãos, ferreiros, oficiais chefes, príncipes e homens de guerra. Zedequias, um tio de Joaquim, foi deixado para governar as classes mais pobres do que restava do país. Quando Jerusalém foi destruída mais tarde, os filhos de Joaquim tiveram rações designadas sob a supervisão real e, contudo, os filhos de Zedequias foram todos mortos. Embora Jerusalém reteve um esboço de governo por outros onze anos, o cativeiro de 597 teve um efeito devastador sobre Judá. No ano 586 o país sofreu o broto de outra nova invasão, com mais drásticos resultados. Jerusalém, com seu templo, foi destruída. Judá deixou de existir como estado nacional. Com Jerusalém em ruínas, a capital foi abandonada pelas gentes que permaneceram no país. Sob a liderança de Gedalias, que tinha sido nomeado governador de Judá por Nabucodonosor, o restante regressou a Mispá (2 Rs 25.22; Jr 30.14). Poucos meses depois, Gedalias foi assassinado por Ismael, e o desalentado grupo dos que restavam emigrou ao Egito. Por aquele caminho empoeirado caminhou com eles Jeremias, o profeta. Uma quarta deportação se menciona em Jeremias 52.30. Josefo informa que foram tomados cativos mais judeus, e levados à Babilônia no 582 a.C., quando Nabucodonosor subjugou o Egito. O SEGUNDO ASPECTO - A disciplina de Deus tem tempo e intensidade determinados: Segundo Eclesiaste 3: Tudo tem um tempo... O tempo de Deus disciplinar também está devidamente estabelecido. Davi reconhecia isso, pois sabia que Deus não o disciplinaria mais do que o suficiente. Quando Deus o permite escolher uma punição, ele escolhe a vinda diretamente de Deus! 1 Crônicas 21: 13 Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque são muitíssimas as suas misericórdias; Há quem tente abreviar o tempo da disciplina de Deus – fazem campanhas, sobem montes, sacrificam-se... mas a Disciplina de Deus só encerra quando cumprir a sua função: DISCIPLINAR! No caso dos hebreus, A ansiedade por voltar ao lar pátrio invadiu os exilados, Falsos profetas se apreveitaram disso e semearam um espírito de revolta na Babilônia, com o resultado de que os rebeldes pereceram às mãos dos satélites de Nabucodonosor (Jr 29). Pouco depois do cativeiro, no 597, Hananias predisse que em dois anos os judeus quebrariam o jugo da Babilônia (Jr 28). Ezequiel, nesta época, também encontrou instigadores à insurgência (Ez 13). Jeremias, que era bem conhecido para os cativos a causa de seu longo ministério em Jerusalém, escreveu cartas avisando-os para que se estabelecessem na Babilônia, construíssem casas e semeassem vinhedos, e fizessem planos para permanecer 70 anos em período de cativeiro (Jr 29). Quando as esperanças de um imediato retorno se desvaneceram com a queda e destruição de Jerusalém no ano 586, os judeus no exílio se resignaram ao longo cativeiro que Jeremias tinha predito. Até Nomes babilônicos alguns judeus adotaram e se dedicaram a uma vida pastoril e de trabalhos na agricultura nas férteis planícies do curso do Eufrates. Os judeus também se misturaram em empresas comerciais por todo o império. Amados da mesma forma hoje há uma porção de “falsos-profetas” anunciando bênçãos para quem “investe doando financeiramente aos seus ministérios” mesmo que a pessoa se seja ímpia, Profetizam Ministérios abençoados para aqueles que estão em rebeldia ou causando dissensões em suas igrejas. TERCEIRO ASPECTO é que Mesmo na Disciplina Deus sempre age com amor: Ainda que as referências sejam limitadas, a evidência disponível revela que os cativos receberam um tratamento favorável. Jeremias dirigiu sua correspondência aos "anciãos do cativeiro" (Jr 29.1). Ezequiel se reunia com os "anciãos de Judá" (8.1), indicando que estavam em liberdade para organizar-se em questões religiosas. Em outras ocasiões, os "anciãos de Israel" iam ver a Ezequiel (14.1 e 20.1) . Ezequiel aparentemente gozava de liberdade para executar um amplo ministério entre os cativos. Estava casado e vivia em seu próprio lar e discutia livremente matérias religiosas com os anciãos, quando os encontrava o iam a visitá-lo a sua casa. Mediante atos simbólicos em público, Ezequiel discutia o estado político e a condenação do Reino do Sul, até que Jerusalém foi destruído no 586. Depois daqueles, continuou alentando seu povo com as esperanças e projetos de restaurar o trono de Davi. A experiência de Daniel e de seus colegas, igualmente evidencia o tratamento acordado aos cativos procedentes de Judá. Dos primeiros cativos tomados no 605 a.C., os jovens foram selecionados entre a nobreza e a família real de Judá, para a educação e o treinamento da corte da Babilônia (Dn 1.1-7). Mediante a oportunidade de interpretar o sonho de Nabucodonosor, Daniel chegou à posição de chefe entre os homens sábios da Babilônia. A seu pedido, seus três amigos foram também ascendidos a importantes posições na província da Babilônia. Ao longo de todo o reinado de Nabucodonosor, Daniel e seus amigos ganharam mais que mais prestígio através das crises registradas no livro de Daniel. É razoável presumir que outros cativos, do mesmo modo, foram premiados e lhes confiaram postos de responsabilidade na corte da Babilônia. Daniel foi nomeado segundo no mando, durante a co-regência de Belsazar e Nabônido . Após a queda da Babilônia, no 539 a.C., Daniel continuou com seu distinguido serviço de governo sob o mando de Dario, o medo, e de Ciro, o persa. O tratamento que lhes foi dado a Joaquim e a seus filhos fala igualmente do cuidado benfeitor previsto para alguns judeus cativos . Joaquim teve seus próprios criados com adequadas provisões subministradas para toda sua família, inclusive enquanto não foi oficialmente colocado em liberdade da prisão até o 562, na morte de Nabucodonosor (2 Rs 25.27-30). É o amor de Deus que o move favoravelmente em direção ao seu povo! Oséias 11: 1 "Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei o meu filho.(...) 4 Eu os conduzi com laços de bondade humana e de amor; tirei do seu pescoço o jugo e me inclinei paraalimentá-los. Durante quarenta anos, Jeremias tinha advertido fielmente aos seus concidadãos do juízo pendente de Deus: Jerusalém seria devastada de forma tal que qualquer transeunte se horrorizaria de sua vista (Jr 19.8). A despeito de seus adversários, eles haviam confiado que Deus não permitiria que seu templo fosse destruído. Como custódios da lei, aquele povo não acreditou nunca que teriam de ir ao cativeiro. Então, em comparação com a glória de Salomão e sua fama e glória internacional, do grande rei de Jerusalém, e ante suas ruínas, muitos liberaram sua vergonha e sua tristeza. O livro das Lamentações deplora vividamente o fato de que Jerusalém tivesse acabado como um espetáculo internacional. Daniel reconheceu em sua oração que seu povo se tinha convertido numa repreensão e num objeto de zombaria entre as nações (Dn 9.16). Tal sofrimento foi mais pesado para os cativos, aos que importava o futuro de Israel, que qualquer sofrimento físico que tivessem de suportar na terra do exílio. QUARTO ASPECTO: A DISCIPLINA DE DEUS RECAI ATÉ MESMO SOBRE AQUELES A QUEM ELE PERMITE OPRIMIR O SEU POVO Os exilados de Jerusalém, que foram cientes das razões para seu cativeiro, devem ter experimentado um profundo sentido da humilhação e de angústia de espírito. Tanto Jeremias como Ezequiel predisseram que Deus restauraria os judeus em sua própria terra. Outra fonte de consolo e de esperança para os exilados, foi a mensagem de Isaias. Em seus escritos, tinha predito o exílio da Babilônia (Is 39.6), e também assegurou que voltariam baixo o mandado de Ciro (Is 44.28). Começando com o capítulo 40, o profeta elabora uma mensagem alentadora que já havia declarado em capítulos anteriores. Deus era onipotente. Todas as nações estavam sob seu controle. Deus utilizava as nações e seus ra para levar o juízo sobre Israel, e de igual modo poderia utilizá-los para restaurar a sorte de seu povo. A aparição de Ciro, como rei da Pérsia, deve ter feito surgir as esperanças dos exiladas que exercitaram sua fé na mensagem pressagiada dos profetas. Todas as nações e reinos que, ao longo dos períodos, oprimiram Israel de alguma maneira, recebem de Isaías uma profecia de destruição. Assim os Assírios (Is 14.24-27); os Filisteus (Is 14.28-32); os de Moabe, ou Moabitas (Is 15-16); os de Damasco e Efraim (Is 17); contra a Etiópia (Is 18); contra o Egito (Is 19); sobre o cativeiro dos Egípcios e Etíopes (Is 20); a Babilônia (Is 21.1-10); contra Dumá e Arábia (Is 21.11-17); Jerusalém (Is 22.1-14); Tiro (Is 23-24). A mim pertence a vingança e a retribuição. No devido tempo os pés deles escorregarão; o dia da sua desgraça está chegando e o seu próprio destino se apressa sobre eles.' Deuteronômio 32:35 O Senhor dos Exércitos passa em Revista à Tropa! Essa frase para nós tem uma clareza muito grande, pois fala que a tropa está preparada para um desfile mas na verdade é para a Guerra! Deus já determinou o tempo de se vingar de nossos opressores! Disciplinados já fomos agora Deus vai cobrar de todos que se aproveitaram de nossos momentos de fraquezas, de nossa humilhação, daqueles que nos exploraram! Eu creio amado que o nosso Deus, nessa noite está indo em direção de seu problema e rompendo todas as cadeias e amarras que te aprisionam!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O Profeta Velho

1 Reis 13: 18 E ele lhe disse: Também eu sou profeta como tu, e um anjo me falou por ordem do SENHOR, dizendo: Faze-o voltar contigo à tua casa, para que coma pão e beba água (porém mentiu-lhe).

Este versículo é parte de uma história relatada sobre um profeta de Judá enviado a profetizar contra o Altar construído por Jeroboão em Betel. 
Depois de cumprido sua tarefa o profeta segue caminho tendo o cuidado de obedecer ao que Deus o ordenara quando é interceptado por um homem que se a Bíblia chama de "Profeta Velho" e que o convence a retornar à sua casa e comer com ele pois segundo ele, Deus o havia enviado.

Vejo nesta história um mal que, vez por outra, nos acontece.

Sempre temos uma grande consideração por ministros, professores, que possuem mais tempo de ministério que nós. Como é bom poder contar com suas experiências, seus conhecimentos, seu grau de teologia elevado.
Mas nem sempre somos bem sucedidos em seguir os seus conselhos.
Nós como ministros e profetas de Deus, precisamos ter convicção da mensagem outorgada a nós. Precisamos ser fiel a Ele em suas orientações para o nosso ministério e nos apegar fielmente ao cumprimento de nossa missão, ainda que sejamos interceptados por colegas experientes, homens que, tentam nos impor sua cultura, seu sucesso no passado ou sua intelectualidade.

Aquele profeta velho acabou levando aquele profeta novo à morte.

Queridos, se Deus escolheu você para entregar uma mensagem faça-o!
Se Ele te chamou para um ministério, cumpra-o fielmente e tome cuidado com a experiência e o sucesso alheio.
Alguns "profetas velhos" ainda que, com boa intenção, mais atrapalham do que ajudam.

Não perca sua vida espiritual por ouvir homens ao invés de ouvir a Deus!

sábado, 20 de setembro de 2014

Congresso da UMERON

O Congresso da União dos Militares Evangélicos de Rondônia realizado em Ouro Preto do Oeste foi um sucesso! Foram três dias de muita unção e ministrações abençoadas. Na tarde do sábado foi realizdo uma blitz totalmente diferente onde nós militares saímos pelas ruas da cidade fardados e com apoio de viaturas entregando um folheto especialmente preparado para o evento e convidando as pessoas para o culto à noite. Foi Maravilhos!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O que se deve guardar e buscar na memória?



texto base: Lamentações 3


Por quê as pessoas se recordam mais das experiências negativas do que das positivas?

Pesquisando sobre o assunto, descobri que  A felicidade é uma combinação do presente com o passado. Só que o presente dura muito pouco. Para ser mais exato, 3 segundos.

A cada 3 segundos, ele se torna passado.

Essa ideia surgiu em estudos do psicólogo francês Paul Fraisse e hoje é aceita por diversos pesquisadores, como o também psicólogo Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel. Após 3 segundos, todas as informações que passam pela sua cabeça saem da consciência e são arquivadas nos sistemas de memória do cérebro.

Isso significa que você enxerga a própria vida, fundamentalmente, através da memória. E isso tem uma consequência enorme: na prática, ela é o fator que mais pesa na felicidade. Mas está longe de ser confiável.
Dependendo das informações armazenadas na memória, uma pessoa se considera feliz ou infeliz.

Quase sempre nossas lembranças omitem ou distorcem detalhes do que aconteceu.

Você consegue se lembrar de tudo que te aconteceu nestas últimas 24 horas?
E nas doze últimas?
Nas duas?
Na última?
A três minutos atrás?


A ciência está começando a entender como esse processo acontece.

A memória é influenciada por dois mecanismos.

O primeiro é a negligência sobre a duração das nossas experiências, ou seja, um instante de alegria intensa vale mais do que uma semana de felicidade moderada. Então, essa coisa de ficar remoendo é cientificamente explicado.

 O segundo é a tendência a atribuir muita importância aos momentos que vêm por último,
ou seja: se você for assaltado no último dia das suas férias, certamente se lembrará delas de forma ruim, mesmo que antes tenha passado 15 dias maravilhosos na praia. É como em um filme. As reviravoltas e o final são mais marcantes do que o restante da história. E isso pode nos levar a julgamentos equivocados.

Podemos observar isso em vários outros momentos de nossa vida:

Felicidade no segundo casamento - tem pessoas que passam muitos anos casadas e, quando se separam e entram num novo relacionamento passam a ver esse novo companheiro como o "melhor" homem do mundo. Esquecem muitas coisas maravilhosas anteriormente vividas.

Dificuldade de perdoar a última ofensa - pessoas que antes perdoavam todas as ofensas, quando arquivam em suas memórias a experiência negativa, tendem a encontrar dificuldades no perdão.

Portanto,
Precisamos ser seletivos no que vamos arquivar na memória.

O que ouvimos, o que vemos e o que pensamos devem ser criteriosamente selecionados antes de arquivá-los na memória.
 Isso requer muito esforço. Nem todos conseguem  e é por isso que existem tantas pessoas com problemas em todas as áreas de suas vidas.

O profeta Jeremias descobriu isso. Ele tinha todos os motivos do mundo para ser um cara rancoroso, desanimado, incrédulo, vingativo... Mas escolheu arquivar em sua memória apenas coisas boas.
Em Lamentações 3: 21 e 22 ele diz, Disto me recordarei na minha mente; por isso esperarei. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;

Numa outra versão: "Quero trazer à memória aquilo que pode me dar esperança"

Trazer à memória é se esforçar para lembrar somente das coisas que boas, das que valeram a pena. Sim, precisamos deixar fora de nossa vida as experiências ruins, as frustrações, as decepções...

Amado, precisamos abrir o coração para as coisas novas que Deus está realizando na terra.
A cada dia que nasce Deus cria... Cria novos seres, novas situações para nos abençoar, novos sonhos em nossos corações.

Deixa de ser prisioneiro da tristeza e abra o seu coração para a alegria, pois em Isaias 60 : 1 está escrito, "Levanta-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR vai nascendo sobre ti; 2 Porque eis que as trevas cobriram a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o SENHOR virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti. "


Creia nisso e busque na memória apenas coisas que dão esperança e largue mão do passado de tristezas.

Mãos que Pegam em armas também sabem Edificar!



“Mãos que Pegam em armas, também sabem Edificar”

O tema desse Congresso trás para nós, crentes militares, e para a sociedade em geral, uma das nossas muitas atribuições que  passa despercebida.

Vemos nessa história bíblica uma das multiformes ações de Deus, pois querendo usar um povo, o seu povo peculiar,  querendo agir em favor de uma nação, uma tribo e uma classe de servidores, começa colocando  uma idéiauma paixão ou um sonho no coração de uma pessoa.

Neemias, quando ouve o relato da situação calamitosa dos seus conterrâneos, se comoveu tanto que logo ficou que “apaixonado”. Seu apetite se foi, sua alegria também, seu semblante se descaiu até que o próprio rei da Pérsia a quem ele, honradamente servia, notou e lhe perguntou o porquê de estar assim.

Essa preocupação era o ingrediente catalisador para que Deus realizasse uma grande restauração em Israel.

Quando o Rei lhe pergunta pelo motivo de sua tristeza, Neemias não só o revelou como que se disponibilizou voluntariamente a ir, em nome do rei, organizar ele mesmo a reconstrução dos muros.
Mas o que um copeiro entendia de reconstrução? Talvez nada! A Bíblia não relata, mas a sua Boa Vontade era o que Deus queria para que a obra fosse concluída.

“Aquele que começou a boa obra em vós é fiel e vai completá-la!”
Filipenses 1: (6 Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo;)

É bem verdade que outros já estavam por lá, mas estavam tendo dificuldades, os impedimentos eram tantos que a obra ficou paralisada por alguns anos e o opróbrio só aumentava.

Quando Neemias chega a Jerusalém e se depara com a triste realidade que, antes só ouvira falar, procurou conhecer mais de perto, estudou, fiscalizou e principalmente orou ao Senhor sobre o assunto pedindo sua ajuda e intervenção. Só depois começou a implementar as mudanças.

Esse é o motivo de muito fracasso na vida. A gente quer implementar mudanças baseando apenas em estudos, mas nos esquecemos de orar a Deus sobre isso.

Neemias, entãocomeçou a programar mudanças, corrigiu maus-costumes, organizou os serviços e, principalmente deu o “bom exemplo”, fez questão de viver o que pregava.


Amados, em tempos normais, cada classe de pessoas tinha a sua função, desempenhava o seu papel na organização de Neemias, mas, algo inusitado estava acontecendo.  

Os invejosos vizinhos, os inimigos antes ocultos, começaram a incomodar. Com a obra seguindo adiante, começaram a ameaçar os trabalhadores e, novamente a obra estava sendo ameaçada.

Da mesma forma em nosso país, estamos em paz, é uma bênção. Todos cumprindo a sua missão, dentro da organização instituída pela lei, sobre até tempo para se questionar a razão de existir forças armadas. Somos uma nação pacífica!

Vemos nossos colegas policiais ralando, no seu dia a dia, os bombeiros nos incêndios e nos resgates, tudo funcionando em prol da Segurança Pública, mas o dia em que instaurar-se uma guerra, tudo muda. As polícias poderão ser convocadas, os reservistas virão, todos serão reincorporados para a Defesa da Pátria.

Nos dias de Neemias também foi assim, quando a ameaça se tornou perturbadora e a invasão por parte dos inimigos uma realidade iminente, ele chamou a todos e preparou-os para a batalha, mas a reconstrução dos muros, a principal defesa da cidade não podia parar, pelo contrário tinha que ser acelerada e foi aí que tanto os civis quantos os soldados tiveram que cooperar e juntos trabalhar na obra e ao mesmo tempo segurar suas armas.

“Com uma mão edificavam e com a outra seguravam suas armas”.

Você pode pensar: - Ufa! Ainda bem que não estamos em guerra!
Sim, é verdade, não estamos numa guerra visível, mas deixa eu te dizer uma verdade constatada:

Estamos numa grande batalha espiritual. Não dá mais para cada um ficar na sua própria luta individual, não dá para o pessoal do louvor só ensaiar e ministrar o louvor, não dá para os professores de EBD se dedicar apenas às lições, não dá para o pequeno e importante grupo de consagração, se dedicar apenas na consagração. Numa guerra temos que fazer o que sempre fazemos e mais ainda. Precisamos nos equipar com todas as armas espirituais disponíveis em Efésios.... para essa batalha.


10 No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. 11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. 12 Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. 13 Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. 14 Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; 15 E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; 16 Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. 17 Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; 18 Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos


O inferno está invadindo nossa pátria, está invadindo nossas casas, nossos casamentos, a mente de nossos filhos, precisamos reagir!

Precisamos nos unir contra as ações diabólicas que estamos presenciando.
Se todos estão se corrompendo, nós não!
Se adulterar é normal nos nossos dias, para nós não é!
Se a pornografia é normal para a sociedade, para a igreja de Cristo não é!
Se para os militares mundanos a extorsão, a tortura, a violência é normal, para nós militares evangélicos não é!

Vamos mudar a imagem de nossas corporações, vamos mudar a imagem da política, vamos mudar a imagem da igreja na atualidade.

Precisamos mostrar ao mundo que aqueles que pegam em armas também sabem edificar!

terça-feira, 29 de julho de 2014

O que pode dar esperança?

Lamentações 3


1) Por quê as pessoas se recordam mais das experiências negativas do que das positivas?

Pesquisando sobre o assunto, descobri que  A felicidade é uma combinação do presente com o passado. Só que o presente dura muito pouco. Para ser mais exato, 3 segundos.

A cada 3 segundos, ele se torna passado.

Essa ideia surgiu em estudos do psicólogo francês Paul Fraisse e hoje é aceita por diversos pesquisadores, como o também psicólogo Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel. Após 3 segundos, todas as informações que passam pela sua cabeça saem da consciência e são arquivadas nos sistemas de memória do cérebro.

Isso significa que você enxerga a própria vida, fundamentalmente, através da memória. E isso tem uma consequência enorme: na prática, ela é o fator que mais pesa na felicidade. Mas está longe de ser confiável.
Dependendo das informações armazenadas na memória, uma pessoa se considera feliz ou infeliz.

Quase sempre nossas lembranças omitem ou distorcem detalhes do que aconteceu.

Você consegue lembrar de tudo que te aconteceu nestas últimas 24 horas?
E nas 12?
Nas 2?
Na última?
A três minutos atrás?


A ciência está começando a entender como esse processo acontece.

A memória é influenciada por dois mecanismos.

O primeiro é a negligência sobre a duração das nossas experiências, ou seja, um instante de alegria intensa vale mais do que uma semana de felicidade moderada. Então, essa coisa de ficar remoendo é cientificamente explicado.

 O segundo é a tendência a atribuir muita importância aos momentos que vêm por último,
ou seja: se você for assaltado no último dia das suas férias, certamente se lembrará delas de forma ruim, mesmo que antes tenha passado 15 dias maravilhosos na praia. É como em um filme. As reviravoltas e o final são mais marcantes do que o restante da história. E isso pode nos levar a julgamentos equivocados.

Podemos observar isso em vários outros momentos de nossa vida:

Felicidade no segundo casamento - tem pessoas que passam muitos anos casadas e, quando se separam e entram num novo relacionamento passam a ver esse novo companheiro como o "melhor" homem do mundo. Esquecem muitas coisas maravilhosas anteriormente vividas.

Dificuldade de perdoar a última ofensa - pessoas que antes perdoavam todas as ofensas, quando arquivam em suas memórias a experiência negativa, tendem a encontrar dificuldades no perdão.

Portanto,
Precisamos ser seletivos no que vamos arquivar na memória.

O que ouvimos, o que vemos e o que pensamos devem ser criteriosamente selecionados antes de arquivá-los na memória.
 Isso requer muito esforço. Nem todos conseguem  e é por isso que existem tantas pessoas com problemas em todas as áreas de suas vidas.

O profeta Jeremias descobriu isso. Ele tinha todos os motivos do mundo para ser um cara rancoroso, desanimado, incrédulo, vingativo... Mas escolheu arquivar em sua memória apenas coisas boas.
Em Lamentações 3: 21 e 22 ele diz, Disto me recordarei na minha mente; por isso esperarei. As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;

Numa outra versão: "Quero trazer à memória aquilo que pode me dar esperança"

Trazer à memória é se esforçar para lembrar somente das coisas que boas, das que valeram a pena. Sim, precisamos deixar fora de nossa vida as experiências ruins, as frustrações, as decepções...

Amado, precisamos abrir o coração para as coisas novas que Deus está realizando na terra.
A cada dia que nasce Deus cria... Cria novos seres, novas situações para nos abençoar, novos sonhos em nossos corações.

Deixa de ser prisioneiro da tristeza e abra o seu coração para a alegria, pois em Isaias 60 : 1 está escrito, "Levanta-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do SENHOR vai nascendo sobre ti; 2 Porque eis que as trevas cobriram a terra, e a escuridão os povos; mas sobre ti o SENHOR virá surgindo, e a sua glória se verá sobre ti. "


Creia nisso e busque na memória apenas coisas que dão esperança e largue mão do passado de tristezas.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Uma reflexão sobre o deserto

Mateus 4: 1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;

O deserto é uma dimensão física mas também espiritual.
Enquanto o deserto físico é medido pela grandeza "espaço", o deserto espiritual pode ser medido apenas pelo "tempo"
Sendo assim, na vida espiritual, não cabe pensar na distância do "meu" ou do "teu" deserto e sim, qual é o tempo deste deserto.

Jesus passou quarenta dias e quarenta noites e, depois, foi provado e consequentemente aprovado.

Desta forma, meu amado irmão, não pense que tal período é o tempo exato para o nosso deserto acabar. Absolutamente, não!

O meu deserto e o teu deserto só acabam quando formos aprovados.
O deserto físico derrota quem nele entra mas o deserto em que o Espírito Santo nos conduz, ainda que "tão" ou mais árduo que o deserto terreno, não derrota ninguém, todos só saem dele, aprovados.
É por isso que só acaba quando passamos, quando vencemos, quando alcançamos a gloriosa presença de Deus.

Tenha uma ótima noite e, se por acaso estás, assim como eu, atravessando um deserto, permita-se ser servido desta palavra de encorajamento,

Que a Paz de Cristo te encha o coração agora e sempre!
Amém!


(Pr. Israel, um Congregacional)

segunda-feira, 3 de março de 2014

O que realmente interessa?

O que realmente interessa?



Lucas 10: 17 E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam. 18 E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu. 19 Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum.

20 Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.

Imaginem vocês a sensação de ser bem sucedido.
Ser selecionado num concurso,
Ter um projeto aprovado...
Ser aprovado no ENEM
Passar nos exames das Ordens Profissionais como a OAB

Que sensação maravilhosa quando nossos chefes nos dão uma tarefa e nós conseguimos executá-las da maneira como planejamos ou como nos foi ordenada...

Foi esse o sentimento que estava no coração dos discípulos de Jesus naqueles dias.
Eles haviam comprovado que as Palavras de Jesus se cumpriam em suas vidas.
...eu vos dou poder...
...em meu nome curarão os enfermos... Expelirão demônios...

As vezes, o sucesso é tão impactante que chegam a ofuscar o que realmente interessa.
Muitas pessoas sentem-se tão felizes com suas conquistas, suas promoções, seus trabalhos, com seus dons, seus ministérios e talentos que acabam esquecendo o que realmente interessa.

Parem um pouco e pensem!

O que realmente interessa nesta vida?

Em Lucas 12:
16 E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância; 17 E ele arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. 18 E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; 19 E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. 20 Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? 21 Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.

E então o que realmente interessa?

Jesus disse em Lucas 10: 20 que o que interessa realmente é ter o nome escrito nos céus.
Sim, é isso que interessa...
O resto é consequência da fidelidade, obediência, paciência e muito mais...
Agora o estar o nome escrito nos céus é consequência da GRAÇA.

O apóstolo Paulo escrevendo aos Efésios 2: 4
Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, 5 Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), 6 E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; 7 Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.

8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.

Vede, por meio da fé e totalmente de graça temos o nome escrito no livro da vida.

Isso sim é motivo de alegria pois temos a certeza que estamos garantidos!

Se você nesta noite tem estado preocupado com a rapidez com que as coisas passam nesta vida tais como a beleza, a alegria, o sucesso, o dinheiro e até a saúde, saiba que a Salvação não passa nunca. É prá eternidade.