Imagem de Paz!

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Foto da cachoeira do Sahy, Mangaratiba, RJ

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Terra que produz espinhos em vez de erva útil



“Porque a terra que absorve a chuva que freqüentemente cai sobre ela e produz erva útil para aqueles por quem é também cultivada recebe BÊNÇÃO da parte de Deus; mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada” (Hb. 6. 7-8)

Temos visto, nos últimos dias, um fenomenal aumento do número de igrejas e, conseqüentemente, do número de crentes na face da terra. Isto é o resultado de um processo iniciado nos dias de Cristo, chamado “Evangelismo”. A semente tem sido lançada, “a Seara já está branca”, como disse Jesus. Deus, o Senhor da Seara, tem atendido às orações dos discípulos que, obedeceram à recomendação de Cristo quando orientou que rogassem para que lhes enviasse ceifeiros para o Campo.

Entretanto, diante de um saldo tão positivo, como podemos explicar a existência de pessoas dentro das igrejas que vivem entristecendo e sendo entristecidas por outras? Como podemos explicar a existência de um grande número de crentes "machucados" por causa de palavras de outros crentes que em vez de edificar-lhes, têm lhes lançado fora das igrejas?

Foi tentando responder a mim mesmo que refleti sobre esse tema e quero partilhá-lo com você.
Terra, árvore e frutos são tipos terrenos utilizados por Jesus para explicar o que Deus espera de cada um de nós em seu reino. Ele sempre usava dessas figuras para falar de trabalho, de relacionamentos, de vidas com propósitos...

Em Mt 21. 33 Jesus usa a figura dos lavradores maus para explicar a responsabilidade de cada crente na igreja. Não é só plantar e colher! É preciso continuar o processo!
Tem muitos evangelizadores pregando a Palavra e ganhando almas para o Reino e que, ao chegarem nas igrejas, são deixadas de lado e, como frutos não utilizados, acabam se estragando até serem lançadas fora. Não é isso que o Senhor da Seara deseja. Isso é desperdício e na economia terrena causa prejuízo, mas na mordomia divina causa Perdição Eterna.

A Palavra de Deus nos revela que nós somos “ervas” e que a chuva cai sobre todos nós. Sendo assim, espera-se que cada um de nós cresça e se torne, quando menos, uma árvore.
Existem árvores que produzem bons frutos, outras que não produzem fruto algum. Mas existem árvores, que produzem frutos doentes, estragados ou inacessíveis.

Dentro da igreja tem representantes desses três tipos de árvores.

Hoje, eu quero falar sobre o terceiro tipo, por estar em evidência e a cada dia tem se sobressaído dentro de nossas igrejas. O tipo de árvore que produz frutos inacessíveis.

Foi aqui em Manaus que conheci uma árvore que muito serve para ilustrar esse tipo. "O pé de Tucumã" é um tipo de palmeira que produz um fruto considerado muito bom para o nativo. É normal encontrar-se com o Tucumã nas lanchonetes e feiras da cidade, mas para retirá-los da palmeira é deveras difícil o que torna o seu preço muito elevado. O tucumã então torna-se um fruto inacessível ao homem comum. Digo comum, pois para que ele usufrua desse fruto é necessário muita estratégia. Essa palmeira produz como defesa natural, muitos espinhos e eles chegam até a mudar-lhes a cor. Olhando essa palmeira, nós temos a impressão de que ela é uma árvore escura, mas são os espinhos em seu tronco que mudam sua aparência.

Fiquei muito impressionado e lembrei-me de alguns crentes que se parecem com essa árvore. Existem alguns crentes, em nossas igrejas que produzem frutos e seus frutos até são bons, mas se estragam sem que as pessoas usufruam deles.
Tenho conhecido algumas pessoas detentoras de ótimas qualidades e talentos, pessoas que são ativas no trabalho da igreja, mas que possuem uma grande dificuldade em se relacionarem com outras pessoas, pois sempre as machucam com seus “espinhos”. Viver em comunhão com essas pessoas é um tremendo desafio. É necessário muita estratégia para não se ferir com os espinhos que usam para se defender.

Como entender essas pessoas à luz da Palavra de Deus?

Felizmente, o texto de hebreus acima me responde: “Porque a terra que absorve a chuva que freqüentemente cai sobre ela e produz erva útil para aqueles por quem é também cultivada recebe BÊNÇÃO da parte de Deus; mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada” (Hb. 6. 7-8)”

A culpa não está na árvore nestas árvores. Está na terra com todas as suas deficiências.

A Palavra diz que é impossível uma árvore boa produzir frutos ruins (Lc 6. 43-44), mas se esta árvore boa não estiver em uma terra boa, próxima a uma fonte de águas, ela produzirá frutos doentes, nanicos e até mesmo estragados.

Quando me deparo com irmãos que se dizem convertidos a Jesus Cristo e que receberam o dom do Espírito Santo algum dia e, mesmo demonstrando uma vida de “dedicação”, cometem deslizes nos relacionamentos com outros irmãos, sejam por vaidade ou por ignorância, sou forçado a reconhecer que o problema está na Terra em que eles foram plantados.
A terra em que foram plantados tem de ser tratada novamente. Essa terra é representada pela suas culturas, pelos seus relacionamentos anteriores, pelas suas experiências no mundo, pela sua “visão pessoal” das coisas ou até mesmo por uma doutrina cristã mal compreendida. Tem muito crente (digo isso aos membros de igrejas evangélicas) arraigada a uma religião legalista mesmo dizendo que vivem na Graça, e que por muito menos, apedrejariam aos Apóstolos como fizeram os judaizantes de outrora. Tem muita gente compreendendo equivocadamente os preceitos do cristianismo e, por isso, impedem as pessoas de se aproximarem delas e usufruírem das delícias de um fruto bom.

Infelizmente seus frutos se estragam e a culpa recairá sobre todos. A terra será queimada e ela também.

Portanto caro leitor, esforça-te por produzires frutos aproveitáveis. Não pelo teu pastor e nem pelos teus líderes apenas, mas por todos que agradecerão a Deus pelo alimento que você produziu, deixe de lado a sua individualidade e viva em comunidade, seja um dentre os demais, pois Deus é quem vê todas as coisas.

“O bom fruto, todo mundo quer e cabe a cada um de nós alimentarmos a multidão”

Um comentário:

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